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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Milhares protestam em Brasília contra aborto e casamento gay


Evento evangélico reuniu artistas, religiosos e parlamentares.
Líderes defenderam a preservação da 'família tradicional'.

Nathalia Passarinho e Fabiano CostaDo G1, em Brasília
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Evangélicos fazem ato em Brasília por liberdade religiosa. Evento aconteceu no gramado em frente ao Congresso Nacional. (Foto: Valter Campanato/ABr)Evangélicos fazem ato por liberdade religiosa no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Valter Campanato/ABr)
Sob um sol intenso, milhares de evangélicos (40 mil, de acordo com o comando da Polícia Militar; 70 mil, segundo os organizadores) ocuparam nesta quarta-feira (5) os gramados da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para protestar contra a descriminalização do aborto e o casamento gay e pedir liberdade de expressão religiosa.
O palco montado em frente ao Congresso Nacional atraiu líderes evangélicos, políticos de vários partidos e artistas gospel.
O evento organizado pelo pastor Silas Malafaia, um dos líderes da igreja Assembleia de Deus, foi realizado em um dos dias de maior movimentação no Legislativo. Dezenas de parlamentares ligados à bancada evangélica se revezaram para discursar no ato religioso.
Um dos temas mais recorrentes dos oradores do evento foi o casamento entre casais homoafetivos. Recentemente, decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que os cartórios do país oficializem casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
A sociedade é livre para criticar evangélico, criticar católico, criticar deputado. Agora, se criticar a prática homossexual é homofobia."
Pastor Silas Malafaia, organizador da manifestação
Durante as manifestações ao público aglomerado diante do palco, os líderes evangélicos criticaram os esforços de parlamentares ligados a movimentos sociais de tentar criminalizar a homofobia.
Os pastores e políticos defenderam que qualquer cidadão tenha o direito de se expressar contra as uniões entre homossexuais. Durante o evento, alguns defensores dos direitos dos homossexuais chegaram a bater boca com evangélicos. A polícia interveio e controlou a situação.
Para Silas Malafaia, “o ativismo gay quer criminalizar a opinião”. O pastor evangélico ressaltou que, na opinião dele, “não existe delito de opinião”.
“Não existe opinião homofóbica. Existe homofobia. A sociedade é livre para criticar evangélico, criticar católico, criticar deputado. Agora, se criticar a prática homossexual é homofobia. Vai ver se eu estou na esquina", discursou Malafaia.
Alvo de protestos por conta de declarações publicadas em redes sociais consideradas racistas e homofóbicas, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), disse que os críticos do casamento homossexual não lutam contra os gays, e sim “a favor da família”.
“[O evento] é uma resposta aos governantes e a todas as pessoas que chamam de progresso aquilo que não é, que é retrocesso. A família é a base de toda a sociedade. A minha permanência na Comissão de Direitos Humanos é a favor da família. Eu mostrei isso sem xingamento, sem briga, sem nada”, afirmou Feliciano. 
Pastor Silas Malafaia participa de manifestação nesta quarta, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília  (Foto: Valter Campanato/Abr)Deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, durante a manifestação evangélica na Esplanada dos Ministérios (Foto: Valter Campanato/Abr)
Louvor e discursos
O evento evangélico teve início com breve discurso do pastor Silas Malafaia, que defendeu a “família tradicional” e a liberdade religiosa. Em seguida, o público ouviu de pé o Hino Nacional. Vários evangélicos carregavam bandeiras, a maioria com mensagens em defesa do casamento heterossexual e contra o aborto.
Após pregações de vários pastores, Silas Malafaia voltou ao palco para um último discurso antes dos shows de bandas gospel. O pastor da Assembleia de Deus fez duras críticas a decisões do Supremo Tribunal Federal, defendeu o direito de protestar contra a união homossexual e condenou o aborto.
[O evento] é uma resposta aos governantes e a todas as pessoas que chamam de progresso aquilo que não é, que é retrocesso."
Deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara
No discurso, Malafia afirmou que o “ativismo gay” é “lixo moral”. “Eles nos chamam de fundamentalistas. Fundamentalistas porque defendemos a família, defendemos valores morais, somos contra as drogas. Sabe o que eles são? Os fundamentalistas do lixo moral! Escreve aí que o pastor Silas Malafaia chamou o ativismo gay de fundamentalismo do lixo moral”, disse.

O pastor criticou o Supremo Tribunal Federal por ter considerado constitucional a união civil entre pessoas do mesmo sexo, e o Conselho Nacional de Justiça por ter determinado que cartórios realizem casamento civil de homossexuais.

“O Supremo, que nós sustentamos, na caneta deu o casamento gay. O CNJ obriga cartório a casar. Uma mudança de paradigma tem que ser feita ou no Congresso ou por plebiscito. Isso é uma vergonha! Isso é uma afronta à sociedade, é uma afronta à maioria.”
Manifestante com bandeira do Brasil com as cores do movimento gay durante manifestação de evangélicos na Esplanada dos Ministérios nesta quarta (5) (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)Manifestante segura bandeira do Brasil com as cores do movimento gay durante manifestação de evangélicos na Esplanada dos Ministérios nesta quarta (5) (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Malafaia também criticou o advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso, indicado pela presidente Dilma Rousseff para uma vaga no Supremo. A indicação foi aprovada nesta quarta pelo plenário do Senado. Barroso atuou como advogado no STF pela defesa da união homoafetiva e a liberação do aborto de anencéfalos.

“Agora mesmo estão sabatinando o novo candidato ao Supremo. O cara diz: 'Sou a favor do aborto porque as mulheres sofrem'. Eu nunca vi uma resposta imbecil como essa. Diga a ele que qualquer tipo de aborto traz sofrimento para a mulher. Diga a ele, que defendeu gay como advogado, é ele que defende aborto”, afirmou Malafaia.
Malafaia também defendeu o deputado Marco Feliciano (PSC-SP). “Esse jogo contra Feliciano não é contra ele, é contra nós. Esses deputados hipócritas que defenderam tirar o Feliciano defendem o aborto.”
Ele criticou ainda tentativas de regulamentar a atividade da imprensa. "Esses esquerdopatas querem controlar a imprensa. Estão pensando que somos uma Bolívia, uma Venezuela. Aqui não! Aqui é imprensa livre. Os esquerdopatas querem um novo marco regulatório para controlar a imprensa, o Estado e a sociedade. Querem colocar a mão na gente, querem colocar a mão em nós. E ninguém vai nos calar. Para calar a nossa voz, vai ter que rasgar a Constituição do Brasil."
Malafaia encerrou o discurso dizendo que os evangélicos voltarão a se reunir em Brasília se for preciso protestar.

FONTE: g1.globo.com

Agnaldo Timóteo critica postura de Daniela Mercury ao se assumir ser homossexual: ‘Foi um oportunismo perverso’


O cantor Agnaldo Timóteo Foto: / Pablo Jacob
Extra

O cantor Agnaldo Timóteo criticou a postura de Daniela Mercury, que se assumiu ser homossexual. A cantora namora Malu Verçosa e faz planos de oficializar a união no civil. No último domingo, ela apresentou oficialmente sua mulher e deu um selinho na amada em rede nacional.
"Milhões de famílias vão concordar comigo. A gente não pode bater palma para a vulgaridade, para o exibicionismo, para o oportunismo, para a farsa e para a mentira. Não é possível você aproveitar para dizer: 'eu quero apresentar minha mulher'. Que negócio é esse? Aos 47 anos e com cinco filhos? Por que não fez isso quando tinha 20 anos? Para! Estou indignado", esbravejou Agnaldo Timóteo em um programa de TV.

Malu Verçosa e Daniela Mercury
Malu Verçosa e Daniela Mercury Foto: Reprodução
Sempre polêmico, Agnaldo abriu seu coração. "Tudo tem limite. Ninguém vai punir, ninguém vai recriminar, mas eu vou. Eu tenho 76 anos, saí de casa aos 16 para enfrentar o mundo e continuo enfrentando, então não tenho que concordar com uma mulher que aos 47 anos e cinco filhos, que com certeza amou muitos homens, aproveita o movimento de todo mundo dando porrada num deputado (Marco Feliciano) e diz que quer apresentar a mulher. Foi um oportunismo perverso, canalha. Uma mulher não precisa expor a sua relação", criticou.
O que mais revoltou Agnaldo foi o fato de Daniela ter ido para a TV apresentar a mulher. "Virou a rainha dos gays. Ela está enganando a todos. A família brasileira não merecia isso. É demagogia em nome de ibope. Foi um depoimento desnecessário aos 47 anos de idade. Foi uma maravilhosa promoção. Nem todos os gays concordam com essa atitude. Foi um grande golpe de publicidade, de graça. Ela foi gênio nesse aspecto", acrescentou.

Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/agnaldo-timoteo-critica-postura-de-daniela-mercury-ao-se-assumir-ser-homossexual-foi-um-oportunismo-perverso-8591038.html#ixzz2VQqy8geu

FONTE: Timoteo critica postura de Caniela Mercury

terça-feira, 4 de junho de 2013

EU ERGO AS MÃOS - SANTO TABERNÁQCULO

Juíza condena ação da Polícia no caso do Pr. Marcos Pereira.

Juíza condena ação da Polícia no caso do Pr. Marcos Pereira.

SR. PAULO RAMOS – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, imaginei que não retornaria ao tema que vou abordar, considerando a grande dificuldade para encontrar na mídia uma repercussão compatível com a verdade. Não imaginei que voltaria a esta tribuna para tratar do caso que envolve o Pastor Marcos Pereira. Não imaginei.

Recebi, Sr. Presidente, a decisão da Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 40ª Vara Criminal, tendo em vista a solicitação que recebeu para quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que estariam fazendo parte de uma suposta organização criminosa chefiada pelo Pastor Marcos Pereira.

Sr. Presidente, tenho aqui toda a documentação e constato o seguinte, para rememoração:

(Lendo)

“O presente inquérito foi aberto no dia 1º de março de 2012, para apurar os fatos noticiados pelo jornal Extra, sendo comunicante o nacional José Pereira de Oliveira Junior, José Junior do AfroReggae, para apurar os atos praticados, ou supostamente praticados, pelo Pastor Marcos Pereira.”

Várias pessoas foram ouvidas. Dentre elas, a principal é o próprio José Júnior.

Sr. Presidente, no depoimento que ele presta na Delegacia é dito o seguinte: “José Júnior afirmou que soube, através de chefes do narcotráfico e líderes comunitários por ele conhecidos”. Somente esta afirmação já deveria ter feito com que a autoridade policial desse voz de prisão ao Sr. José Júnior. Como é que ele confessa uma relação íntima com chefes do narcotráfico, sem que pelo menos tenha sofrido a represália legal consequente?

Vem o segundo denunciante, também Pastor que rompera, à época, a sua relação com o acusado ou denunciado. É o Pastor Rogério Ribeiro de Menezes. Ele diz – e está aqui registrado – no depoimento que prestou à autoridade policial: “Que era produtor de eventos nas favelas, recebendo pagamento dos traficantes que variavam de cinco a vinte mil reais.” Como é que alguém chega a uma delegacia para prestar depoimento e diz que organizava eventos nas favelas e recebia o pagamento dos traficantes? Essa confissão deveria ter merecido imediata voz de prisão. Não! Nada foi feito.

Essas investigações estavam sendo levadas a efeito por uma Delegada de Polícia, Dra. Valéria Aragão. Vários outros depoimentos foram colhidos, sempre com o depoente, ou o denunciante, confessando a prática de crimes ou seus vínculos com o José Júnior, do Afroreggae.

Passados vários meses, já em 2013 – o inquérito foi aberto em março de 2012 -, fevereiro, março ou abril, não sei, assume a Decod, Delegacia de Combate às Drogas, o Delegado Marcelo Mendonça, e pede a quebra do sigilo telefônico, no que é acompanhado pelo Promotor de Justiça, Dr. Alexandre Murilo Graça, que imediatamente entende que as denúncias feitas por denunciantes que confessam a prática de crimes justificavam a quebra do sigilo. Isso, em 28 de abril de 2013.

A Juíza da 43ª Vara Criminal, ao negar o pedido – olha que é a Juíza, Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro – diz o seguinte: “No caso em tela, em que pese a gravidade dos fatos narrada, não teve a investigação policial o seu curso regular. Ao invés disso, constatamos que o inquérito policial foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com a solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada. Veja bem que uma juíza de Direito reconhece que, mesmo tendo os prazos prorrogados pelo Ministério Público, para dar continuidade das investigações, a Delegada Valéria Aragão não tomou nenhuma providência. Aliás, eu soube, e denuncio aqui, que a Delegada não se submeteu às pressões de seus superiores, ou da Chefe de Polícia, para conduzir a investigação de forma tendenciosa. Mas, diz ainda a juíza: “…da mesma forma, verifica-se que a informação do policial sugerindo à autoridade representação por interceptação telefônica, data de 24 de julho de 2012, enquanto a representação somente foi formulada em 11 de abril de 2013, ou seja, quase nove meses depois, por outro delegado, aí sim, cumprindo as ordens superiores.

Assim, não há como ser deferida a medida pleiteada, eis que baseada em fatos já há muito distantes, depoimentos prestados há meses, não se sabendo sequer se os telefones correspondem às pessoas indicadas, a demonstrar a qualidade da investigação.”
Por último, conclui a Dra. Cláudia Pomarico, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, “apenas exemplificativamente foi solicitada a interceptação telefônica em relação ao Sr. Luís Carlos Duarte Batista, conhecido como Carlinhos da Tinguá, pessoa já morta, conforme consta dos depoimentos”.

Então, eu, que não tenho vinculações com o campo chamado evangélico, eu, que nem conhecia o Pastor Marcos Pereira, já no ano passado, quando percebi a orquestração, mas conhecendo o Sr. José Júnior, me posicionei entendendo e cobrando uma investigação séria e isenta, porque qualquer cidadão tem que responder pelos seus atos, mas fui constatando que não havia uma investigação séria, mas uma perseguição, um linchamento, uma orquestração, com bases em interesses que, hoje, consigo identificar, inclusive, com o patrocínio do Sistema Globo, aliado do AfroReggae, que tanto mama nas tetas do Governo, aliás, como a Fundação Roberto Marinho também manda com o Telecurso e outros programas. Como são vários inquéritos, desmembrados ardilosamente, um inquérito caiu na mão de um juiz, que deferiu a queda do sigilo telefônico. É razoável, é óbvio que a quebra do sigilo telefônico, que tem proteção constitucional, deve tratar exclusivamente daquilo que interessa a investigação, não pode ser numa invasão de privacidade.

Li nos jornais, vi na televisão, diálogos atribuídos ao Pastor Marcos Pereira, com pessoas da igreja, diálogos – vou usar a expressão – obscenos. Ali, que ele responda eticamente junto ao campo religioso, mas diálogo obsceno não significa crime. Que ele responda, mas mesmo assim os diálogos obscenos não poderiam ter sido objeto da quebra do sigilo. Que o delegado, que o representante do Ministério Público, que eles tomassem conhecimento, mas eles não poderiam dar publicidade. A publicidade é crime! Não poderiam.

A Carolina Dieckmann teve suas fotografias, que ela própria disponibilizou na rede social, mas com os cuidados para quem estava remetendo, ela teve uma invasão de privacidade que se transformou em objeto de uma lei, porque alguém invadiu sua privacidade. Como uma autoridade policial, com o apoio do Ministério Público, do representante do Ministério Público, divulga, pela quebra do sigilo telefônico? E divulgou imagens também de diálogos privativos, que nada interessavam à investigação. Para alcançar o quê? Um convencimento em relação a outros procedimentos que ainda não estão comprovados.

Sr. Presidente, eu trago aqui esse documento e li para evitar, inclusive, que haja qualquer confusão. Não pode um cidadão ser submetido a um linchamento, através de uma investigação que não tem sustentação, luta por interesses diversos, ser acusado, ser massacrado e não estar sendo submetido a uma investigação isenta. Isto é uma orquestração que aniquila qualquer cidadão. Defendo o estado democrático de direito, os direitos e garantias individuais, o direito à privacidade, porque é claro que, assim como fazem e estão fazendo com o Pastor Marcos Pereira, fazem com qualquer cidadão, e isto já aconteceu no nosso País, isto tem acontecido no nosso dia a dia.

Sr. Presidente, quando alguém me procura e diz: “Mas você está defendendo?” Eu estou defendendo uma investigação isenta e trago aqui, portanto, a manifestação num processo da Dra. Claúdia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, quando ela nega a quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que gravitam ou gravitavam em torno do Pastor Marcos Pereira. Ela diz claramente que a investigação não seguiu seu curso normal. Ao invés disto constatamos que o inquérito policial – e tenho que reiterar isso – foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada.

Quem estava conduzindo o inquérito, que envolvia, inclusive, estupro, era uma delegada, mulher. E a juíza que indefere, é uma juíza, mulher. Ao mesmo tempo, tenho que denunciar que o delegado que substituiu, Dr. Marcelo Mendonça, o delegado substituiu a Dra. Valéria, porque a Dra. Valéria não se submeteu aos constrangimentos profissionais, às ordens recebidas para conduzir de forma deturpada as investigações. E o delegado substituto, carreirista como deve ser, assumiu essa responsabilidade e agora pelo menos foi rechaçado, mesmo tendo o apoio do Ministério Público, pela Juíza da 43ª Vara Criminal.

Que pelo menos, Sr. Presidente, qualquer cidadão possa ter confiança nas investigações levadas a efeito pelas autoridades policiais. Nesse caso específico, o Decod, por quem está sendo dirigido tem demonstrado que não tem isenção e é capaz de tudo para promover o titular da delegacia, que deve estar buscando algum tipo de premiação.

Muito obrigado.
Fonte: Site da Alerj via Site do Deputado Paulo Ramos