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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Jesus Cristo Homem Morreu de tanta cachaça, é isso mesmo. O homem que se dizia imortal morreu de Cirrose.



Jesus Cristo Homem  Morreu de tanta cachaça, é isso mesmo. O homem que se dizia imortal morreu de Cirrose.


Líder da igreja Crescendo em Graça, chamado de José Luís de Jesús Miranda, ou a própria reencarnação de nada mais nada menos que “Jesus Cristo Homem”, morreu na última terça-feira, 13 de agosto 2013, de acordo com as informações do site Secretos de Impacto.

Segundo o que diz o site, ”JESUS HOMEM” estava internado em um Hospital no estado norte-americano do Texas, mais precisamente no hospital Metodista de Sugar Land, pro conta de complicações de uma cirrose hepática, por causa do alto consumo de cachaça.

A ex-mulher do “JESUS”, teria dado uma entrevista, falando que o estado de saúde dele não era dos melhores nos últimos meses, e inclusive viu ele até vomitar sangue.
José Luís de Jesús Miranda (REENCARNAÇÃO DE JESUS) já era conhecido no mundo todo por incentivar as pessoas a tatuar o número 666 dizendo que este número era na verdade de Deus.
No mês de junho do ano passado, “o senhor JESUS REENCARNADO” disse e seria transformado em imortal e quase a metade do planeta Terra seriam destruído no apocalipse. Todos os sobreviventes seriam liderados por ele mesmo, que iria iniciar a construção do planeta terra.

Todos podem ver que nada se cumpriu de verdade, a religião divulgou um vídeo na época dizendo que “a grande era dos homens imortais” estava começando, e mostrou uma pregação do líder já transformado em “DEUS IMORTAL”.
Poucos meses atrás, um vídeo gravado por Miranda foi divulgado, ele aparece com sua nova esposa e chamou a atenção por sua aparência debilitada e fraca, todos que viram o vídeo já desconfiavam que ele tava mais pra lá do que pra cá.
Eu vi esta noticia e achei muito engraçado, como pode um homem que diz ser JESUS morrer justamente de cirrose, ou seja, o cara vivia na pinguinha caindo pelos cantos.

Confira o último vídeo divulgado por José Luís de Jesús Miranda:


Fonte: G Noticias

terça-feira, 16 de julho de 2013

VATICANO “PAPA QUE LHE DÁ A RESSURREIÇÃO DAS IDIOTICES”


VATICANO “PAPA QUE LHE DÁ A RESSURREIÇÃO DAS IDIOTICES”


O Vaticano e o mundo do faz de conta. Impressionante como um pouco de vida prática, ordem social natural e relações dos homens entre si obrigam a sociedade à riscar de suas memórias todos os fatos do século passado e evitar que o mau exemplo seja encarado de frente como importância especial para os dias de hoje. O mau conhecimento que a maioria dos homens tem das questões bíblicas e o afastamento da educação de todas as matérias fundamentais de ensino cristão, fez de seus reitores e professores o próprio diabo (Igreja Católica Ap. Romana). Damos boas vindas ao Papa!
Os gênios das perturbações religiosas não estão contentes com o histórico de maldades e monstruosidades na Era Papal. Decretaram na última terça feira, 09 de Julho, que peregrinos católicos que participarem da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, receberão uma indulgência plenária, o que significa que terão seus pecados perdoados pela Igreja. Atenazaram durante séculos a humanidade, na busca de uma salvação ilusória, sem dar fé bíblica, mas projetos que só agravariam este mundo tenebroso. Sabemos como tudo isso acabou para a cristandade ao longo da história e por fim acabará, para os ignorantes que consentem com tão berrante governo cristão, ao risco de novas inúteis mudanças (não reconhecerão a existência de nenhuma religião).
O Vaticano dará perdão de pecados aos seus viajantes ”súditos seguidores”,  intermediado pelo Franciscano “reencarnação de João Paulo II” com o custo de 118 milhões ao cofres públicos aqui no Brasil.  Perguntamos: quem perdoará os pecados e pagará os gastos de Roma, Vaticano e dos Papas?
Enquanto o Papa finge não lembrar dos crimes de sua Igreja e hipnotiza a sociedade com as utopias, as Nações Unidas (ONU) apresenta uma longa lista de pedidos de informação sobre casos de abuso sexual contra menores cometidos por membros do clero, religiosos, religiosas, ou trazidos de “atenção da Santa Sé” para enviá-lo ao Vaticano. O Comitê das Nações Unidas para Direitos da Criança, o “corpo que lida com o cumprimento da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da infância”, enviou uma lista de cerca de vinte pontos de acusação. Pela primeira vez, o Vaticano, observador permanente nas Nações Unidas, terá de dar explicações detalhadas à ONU sobre casos de abusos sexuais contra crianças praticados por membros da igreja católica. Segundo fontes locais, como todos os membros da convenção da ONU sobre os direitos da criança, o Vaticano deve responder regularmente sobre suas ações a especialistas das Nações Unidas. A fumaça branca na chaminé do Vaticano indica documentos e cristãos queimados ao longo da história.
Concluímos…
A idéia de perdão é transmitida usualmente pelas Sagradas Escrituras como expiação, e seu uso em conexão com os sacrifícios é freqüente no A. Testamento. Seu uso como “perdão” implica em que alguma expiação foi efetuada, e nos apresenta um quadro vívido em que o pecado é levantado do pecador e transportado para longe. No N. Testamento o perdão está ligado diretamente à Cristo (Justiça). Basicamente o “perdão” depende da obra expiatória de Cristo e do ato da Graça completa de Deus no Calvário. Usualmente encontramos o perdão ligado a Fé (Atos 10.43;Tg 5.15), pela lado humano, a necessidade do arrependimento para remissão dos pecados (Mc 1.4) repetidamente, por muitas e muitas vezes, João Batista as utilizou, tema este que foi muito aproveitado por Pedro com referência ao Batismo cristão (Atos 2.38). A fé e o arrependimento não devem ser reputados coisas meritórias mediante as quais merecemos o perdão. Pelo contrário são meios pelos quais nos apropriamos a Graça de Deus por intermédio de seu Filho Jesus.
O uso equívoco desta expressão “perdão” contrasta a busca de uma absolvição separado da Cruz de Cristo. Temos os ignorantes que querem pagar o que já foi pago por Jesus na Cruz (indulgências) e por outro lado os espertos que pensam estar autorizados à exercer funções que somente correspondem a Cristo (absolver culpados). O perdão por conseguinte’, só é possível por que Deus é Deus cheio de Graça e Misericórdia, mediante ao seu Filho Jesus, compassivo, clemente, grande em misericórdia e fidelidade, que agora guarda o perdão em mil gerações, derramado em favor de muitos pecadores que precisam se arrepender e crer em seu Nome e obedecer sua Palavra.
Maranata, Jesus está voltando !

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Milhares protestam em Brasília contra aborto e casamento gay


Evento evangélico reuniu artistas, religiosos e parlamentares.
Líderes defenderam a preservação da 'família tradicional'.

Nathalia Passarinho e Fabiano CostaDo G1, em Brasília
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Evangélicos fazem ato em Brasília por liberdade religiosa. Evento aconteceu no gramado em frente ao Congresso Nacional. (Foto: Valter Campanato/ABr)Evangélicos fazem ato por liberdade religiosa no gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Valter Campanato/ABr)
Sob um sol intenso, milhares de evangélicos (40 mil, de acordo com o comando da Polícia Militar; 70 mil, segundo os organizadores) ocuparam nesta quarta-feira (5) os gramados da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para protestar contra a descriminalização do aborto e o casamento gay e pedir liberdade de expressão religiosa.
O palco montado em frente ao Congresso Nacional atraiu líderes evangélicos, políticos de vários partidos e artistas gospel.
O evento organizado pelo pastor Silas Malafaia, um dos líderes da igreja Assembleia de Deus, foi realizado em um dos dias de maior movimentação no Legislativo. Dezenas de parlamentares ligados à bancada evangélica se revezaram para discursar no ato religioso.
Um dos temas mais recorrentes dos oradores do evento foi o casamento entre casais homoafetivos. Recentemente, decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que os cartórios do país oficializem casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
A sociedade é livre para criticar evangélico, criticar católico, criticar deputado. Agora, se criticar a prática homossexual é homofobia."
Pastor Silas Malafaia, organizador da manifestação
Durante as manifestações ao público aglomerado diante do palco, os líderes evangélicos criticaram os esforços de parlamentares ligados a movimentos sociais de tentar criminalizar a homofobia.
Os pastores e políticos defenderam que qualquer cidadão tenha o direito de se expressar contra as uniões entre homossexuais. Durante o evento, alguns defensores dos direitos dos homossexuais chegaram a bater boca com evangélicos. A polícia interveio e controlou a situação.
Para Silas Malafaia, “o ativismo gay quer criminalizar a opinião”. O pastor evangélico ressaltou que, na opinião dele, “não existe delito de opinião”.
“Não existe opinião homofóbica. Existe homofobia. A sociedade é livre para criticar evangélico, criticar católico, criticar deputado. Agora, se criticar a prática homossexual é homofobia. Vai ver se eu estou na esquina", discursou Malafaia.
Alvo de protestos por conta de declarações publicadas em redes sociais consideradas racistas e homofóbicas, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), disse que os críticos do casamento homossexual não lutam contra os gays, e sim “a favor da família”.
“[O evento] é uma resposta aos governantes e a todas as pessoas que chamam de progresso aquilo que não é, que é retrocesso. A família é a base de toda a sociedade. A minha permanência na Comissão de Direitos Humanos é a favor da família. Eu mostrei isso sem xingamento, sem briga, sem nada”, afirmou Feliciano. 
Pastor Silas Malafaia participa de manifestação nesta quarta, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília  (Foto: Valter Campanato/Abr)Deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, durante a manifestação evangélica na Esplanada dos Ministérios (Foto: Valter Campanato/Abr)
Louvor e discursos
O evento evangélico teve início com breve discurso do pastor Silas Malafaia, que defendeu a “família tradicional” e a liberdade religiosa. Em seguida, o público ouviu de pé o Hino Nacional. Vários evangélicos carregavam bandeiras, a maioria com mensagens em defesa do casamento heterossexual e contra o aborto.
Após pregações de vários pastores, Silas Malafaia voltou ao palco para um último discurso antes dos shows de bandas gospel. O pastor da Assembleia de Deus fez duras críticas a decisões do Supremo Tribunal Federal, defendeu o direito de protestar contra a união homossexual e condenou o aborto.
[O evento] é uma resposta aos governantes e a todas as pessoas que chamam de progresso aquilo que não é, que é retrocesso."
Deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara
No discurso, Malafia afirmou que o “ativismo gay” é “lixo moral”. “Eles nos chamam de fundamentalistas. Fundamentalistas porque defendemos a família, defendemos valores morais, somos contra as drogas. Sabe o que eles são? Os fundamentalistas do lixo moral! Escreve aí que o pastor Silas Malafaia chamou o ativismo gay de fundamentalismo do lixo moral”, disse.

O pastor criticou o Supremo Tribunal Federal por ter considerado constitucional a união civil entre pessoas do mesmo sexo, e o Conselho Nacional de Justiça por ter determinado que cartórios realizem casamento civil de homossexuais.

“O Supremo, que nós sustentamos, na caneta deu o casamento gay. O CNJ obriga cartório a casar. Uma mudança de paradigma tem que ser feita ou no Congresso ou por plebiscito. Isso é uma vergonha! Isso é uma afronta à sociedade, é uma afronta à maioria.”
Manifestante com bandeira do Brasil com as cores do movimento gay durante manifestação de evangélicos na Esplanada dos Ministérios nesta quarta (5) (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)Manifestante segura bandeira do Brasil com as cores do movimento gay durante manifestação de evangélicos na Esplanada dos Ministérios nesta quarta (5) (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

Malafaia também criticou o advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso, indicado pela presidente Dilma Rousseff para uma vaga no Supremo. A indicação foi aprovada nesta quarta pelo plenário do Senado. Barroso atuou como advogado no STF pela defesa da união homoafetiva e a liberação do aborto de anencéfalos.

“Agora mesmo estão sabatinando o novo candidato ao Supremo. O cara diz: 'Sou a favor do aborto porque as mulheres sofrem'. Eu nunca vi uma resposta imbecil como essa. Diga a ele que qualquer tipo de aborto traz sofrimento para a mulher. Diga a ele, que defendeu gay como advogado, é ele que defende aborto”, afirmou Malafaia.
Malafaia também defendeu o deputado Marco Feliciano (PSC-SP). “Esse jogo contra Feliciano não é contra ele, é contra nós. Esses deputados hipócritas que defenderam tirar o Feliciano defendem o aborto.”
Ele criticou ainda tentativas de regulamentar a atividade da imprensa. "Esses esquerdopatas querem controlar a imprensa. Estão pensando que somos uma Bolívia, uma Venezuela. Aqui não! Aqui é imprensa livre. Os esquerdopatas querem um novo marco regulatório para controlar a imprensa, o Estado e a sociedade. Querem colocar a mão na gente, querem colocar a mão em nós. E ninguém vai nos calar. Para calar a nossa voz, vai ter que rasgar a Constituição do Brasil."
Malafaia encerrou o discurso dizendo que os evangélicos voltarão a se reunir em Brasília se for preciso protestar.

FONTE: g1.globo.com

Agnaldo Timóteo critica postura de Daniela Mercury ao se assumir ser homossexual: ‘Foi um oportunismo perverso’


O cantor Agnaldo Timóteo Foto: / Pablo Jacob
Extra

O cantor Agnaldo Timóteo criticou a postura de Daniela Mercury, que se assumiu ser homossexual. A cantora namora Malu Verçosa e faz planos de oficializar a união no civil. No último domingo, ela apresentou oficialmente sua mulher e deu um selinho na amada em rede nacional.
"Milhões de famílias vão concordar comigo. A gente não pode bater palma para a vulgaridade, para o exibicionismo, para o oportunismo, para a farsa e para a mentira. Não é possível você aproveitar para dizer: 'eu quero apresentar minha mulher'. Que negócio é esse? Aos 47 anos e com cinco filhos? Por que não fez isso quando tinha 20 anos? Para! Estou indignado", esbravejou Agnaldo Timóteo em um programa de TV.

Malu Verçosa e Daniela Mercury
Malu Verçosa e Daniela Mercury Foto: Reprodução
Sempre polêmico, Agnaldo abriu seu coração. "Tudo tem limite. Ninguém vai punir, ninguém vai recriminar, mas eu vou. Eu tenho 76 anos, saí de casa aos 16 para enfrentar o mundo e continuo enfrentando, então não tenho que concordar com uma mulher que aos 47 anos e cinco filhos, que com certeza amou muitos homens, aproveita o movimento de todo mundo dando porrada num deputado (Marco Feliciano) e diz que quer apresentar a mulher. Foi um oportunismo perverso, canalha. Uma mulher não precisa expor a sua relação", criticou.
O que mais revoltou Agnaldo foi o fato de Daniela ter ido para a TV apresentar a mulher. "Virou a rainha dos gays. Ela está enganando a todos. A família brasileira não merecia isso. É demagogia em nome de ibope. Foi um depoimento desnecessário aos 47 anos de idade. Foi uma maravilhosa promoção. Nem todos os gays concordam com essa atitude. Foi um grande golpe de publicidade, de graça. Ela foi gênio nesse aspecto", acrescentou.

Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/agnaldo-timoteo-critica-postura-de-daniela-mercury-ao-se-assumir-ser-homossexual-foi-um-oportunismo-perverso-8591038.html#ixzz2VQqy8geu

FONTE: Timoteo critica postura de Caniela Mercury

terça-feira, 4 de junho de 2013

EU ERGO AS MÃOS - SANTO TABERNÁQCULO

Juíza condena ação da Polícia no caso do Pr. Marcos Pereira.

Juíza condena ação da Polícia no caso do Pr. Marcos Pereira.

SR. PAULO RAMOS – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, imaginei que não retornaria ao tema que vou abordar, considerando a grande dificuldade para encontrar na mídia uma repercussão compatível com a verdade. Não imaginei que voltaria a esta tribuna para tratar do caso que envolve o Pastor Marcos Pereira. Não imaginei.

Recebi, Sr. Presidente, a decisão da Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 40ª Vara Criminal, tendo em vista a solicitação que recebeu para quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que estariam fazendo parte de uma suposta organização criminosa chefiada pelo Pastor Marcos Pereira.

Sr. Presidente, tenho aqui toda a documentação e constato o seguinte, para rememoração:

(Lendo)

“O presente inquérito foi aberto no dia 1º de março de 2012, para apurar os fatos noticiados pelo jornal Extra, sendo comunicante o nacional José Pereira de Oliveira Junior, José Junior do AfroReggae, para apurar os atos praticados, ou supostamente praticados, pelo Pastor Marcos Pereira.”

Várias pessoas foram ouvidas. Dentre elas, a principal é o próprio José Júnior.

Sr. Presidente, no depoimento que ele presta na Delegacia é dito o seguinte: “José Júnior afirmou que soube, através de chefes do narcotráfico e líderes comunitários por ele conhecidos”. Somente esta afirmação já deveria ter feito com que a autoridade policial desse voz de prisão ao Sr. José Júnior. Como é que ele confessa uma relação íntima com chefes do narcotráfico, sem que pelo menos tenha sofrido a represália legal consequente?

Vem o segundo denunciante, também Pastor que rompera, à época, a sua relação com o acusado ou denunciado. É o Pastor Rogério Ribeiro de Menezes. Ele diz – e está aqui registrado – no depoimento que prestou à autoridade policial: “Que era produtor de eventos nas favelas, recebendo pagamento dos traficantes que variavam de cinco a vinte mil reais.” Como é que alguém chega a uma delegacia para prestar depoimento e diz que organizava eventos nas favelas e recebia o pagamento dos traficantes? Essa confissão deveria ter merecido imediata voz de prisão. Não! Nada foi feito.

Essas investigações estavam sendo levadas a efeito por uma Delegada de Polícia, Dra. Valéria Aragão. Vários outros depoimentos foram colhidos, sempre com o depoente, ou o denunciante, confessando a prática de crimes ou seus vínculos com o José Júnior, do Afroreggae.

Passados vários meses, já em 2013 – o inquérito foi aberto em março de 2012 -, fevereiro, março ou abril, não sei, assume a Decod, Delegacia de Combate às Drogas, o Delegado Marcelo Mendonça, e pede a quebra do sigilo telefônico, no que é acompanhado pelo Promotor de Justiça, Dr. Alexandre Murilo Graça, que imediatamente entende que as denúncias feitas por denunciantes que confessam a prática de crimes justificavam a quebra do sigilo. Isso, em 28 de abril de 2013.

A Juíza da 43ª Vara Criminal, ao negar o pedido – olha que é a Juíza, Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro – diz o seguinte: “No caso em tela, em que pese a gravidade dos fatos narrada, não teve a investigação policial o seu curso regular. Ao invés disso, constatamos que o inquérito policial foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com a solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada. Veja bem que uma juíza de Direito reconhece que, mesmo tendo os prazos prorrogados pelo Ministério Público, para dar continuidade das investigações, a Delegada Valéria Aragão não tomou nenhuma providência. Aliás, eu soube, e denuncio aqui, que a Delegada não se submeteu às pressões de seus superiores, ou da Chefe de Polícia, para conduzir a investigação de forma tendenciosa. Mas, diz ainda a juíza: “…da mesma forma, verifica-se que a informação do policial sugerindo à autoridade representação por interceptação telefônica, data de 24 de julho de 2012, enquanto a representação somente foi formulada em 11 de abril de 2013, ou seja, quase nove meses depois, por outro delegado, aí sim, cumprindo as ordens superiores.

Assim, não há como ser deferida a medida pleiteada, eis que baseada em fatos já há muito distantes, depoimentos prestados há meses, não se sabendo sequer se os telefones correspondem às pessoas indicadas, a demonstrar a qualidade da investigação.”
Por último, conclui a Dra. Cláudia Pomarico, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, “apenas exemplificativamente foi solicitada a interceptação telefônica em relação ao Sr. Luís Carlos Duarte Batista, conhecido como Carlinhos da Tinguá, pessoa já morta, conforme consta dos depoimentos”.

Então, eu, que não tenho vinculações com o campo chamado evangélico, eu, que nem conhecia o Pastor Marcos Pereira, já no ano passado, quando percebi a orquestração, mas conhecendo o Sr. José Júnior, me posicionei entendendo e cobrando uma investigação séria e isenta, porque qualquer cidadão tem que responder pelos seus atos, mas fui constatando que não havia uma investigação séria, mas uma perseguição, um linchamento, uma orquestração, com bases em interesses que, hoje, consigo identificar, inclusive, com o patrocínio do Sistema Globo, aliado do AfroReggae, que tanto mama nas tetas do Governo, aliás, como a Fundação Roberto Marinho também manda com o Telecurso e outros programas. Como são vários inquéritos, desmembrados ardilosamente, um inquérito caiu na mão de um juiz, que deferiu a queda do sigilo telefônico. É razoável, é óbvio que a quebra do sigilo telefônico, que tem proteção constitucional, deve tratar exclusivamente daquilo que interessa a investigação, não pode ser numa invasão de privacidade.

Li nos jornais, vi na televisão, diálogos atribuídos ao Pastor Marcos Pereira, com pessoas da igreja, diálogos – vou usar a expressão – obscenos. Ali, que ele responda eticamente junto ao campo religioso, mas diálogo obsceno não significa crime. Que ele responda, mas mesmo assim os diálogos obscenos não poderiam ter sido objeto da quebra do sigilo. Que o delegado, que o representante do Ministério Público, que eles tomassem conhecimento, mas eles não poderiam dar publicidade. A publicidade é crime! Não poderiam.

A Carolina Dieckmann teve suas fotografias, que ela própria disponibilizou na rede social, mas com os cuidados para quem estava remetendo, ela teve uma invasão de privacidade que se transformou em objeto de uma lei, porque alguém invadiu sua privacidade. Como uma autoridade policial, com o apoio do Ministério Público, do representante do Ministério Público, divulga, pela quebra do sigilo telefônico? E divulgou imagens também de diálogos privativos, que nada interessavam à investigação. Para alcançar o quê? Um convencimento em relação a outros procedimentos que ainda não estão comprovados.

Sr. Presidente, eu trago aqui esse documento e li para evitar, inclusive, que haja qualquer confusão. Não pode um cidadão ser submetido a um linchamento, através de uma investigação que não tem sustentação, luta por interesses diversos, ser acusado, ser massacrado e não estar sendo submetido a uma investigação isenta. Isto é uma orquestração que aniquila qualquer cidadão. Defendo o estado democrático de direito, os direitos e garantias individuais, o direito à privacidade, porque é claro que, assim como fazem e estão fazendo com o Pastor Marcos Pereira, fazem com qualquer cidadão, e isto já aconteceu no nosso País, isto tem acontecido no nosso dia a dia.

Sr. Presidente, quando alguém me procura e diz: “Mas você está defendendo?” Eu estou defendendo uma investigação isenta e trago aqui, portanto, a manifestação num processo da Dra. Claúdia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, quando ela nega a quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que gravitam ou gravitavam em torno do Pastor Marcos Pereira. Ela diz claramente que a investigação não seguiu seu curso normal. Ao invés disto constatamos que o inquérito policial – e tenho que reiterar isso – foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada.

Quem estava conduzindo o inquérito, que envolvia, inclusive, estupro, era uma delegada, mulher. E a juíza que indefere, é uma juíza, mulher. Ao mesmo tempo, tenho que denunciar que o delegado que substituiu, Dr. Marcelo Mendonça, o delegado substituiu a Dra. Valéria, porque a Dra. Valéria não se submeteu aos constrangimentos profissionais, às ordens recebidas para conduzir de forma deturpada as investigações. E o delegado substituto, carreirista como deve ser, assumiu essa responsabilidade e agora pelo menos foi rechaçado, mesmo tendo o apoio do Ministério Público, pela Juíza da 43ª Vara Criminal.

Que pelo menos, Sr. Presidente, qualquer cidadão possa ter confiança nas investigações levadas a efeito pelas autoridades policiais. Nesse caso específico, o Decod, por quem está sendo dirigido tem demonstrado que não tem isenção e é capaz de tudo para promover o titular da delegacia, que deve estar buscando algum tipo de premiação.

Muito obrigado.
Fonte: Site da Alerj via Site do Deputado Paulo Ramos

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Padre de Bauru que criticou postura de católicos sobre temas sexuais é excomungado e disse:

 "Dou graças a Deus que hoje em dia não existe mais fogueira, senão eu estarei queimado a essa hora".

Chico Siqueira - O Estado de S. Paulo

BAURU - A Igreja Católica anunciou nesta segunda-feira a excomunhão do padre Roberto Francisco Daniel, o padre Beto, de Bauru (SP). O padre é acusado de cometer heresia e de ferir os dogmas da fé religiosa ao divulgar na internet suas opiniões sobre o tratamento dado pela Igreja Católica aos temas sexuais. Nos vídeos, o padre critica a igreja por manter uma posição considerada retrógrada sobre a relação entre parceiros bissexuais e do mesmo sexo. 
Segundo a Diocese de Bauru, o padre Beto foi excomungado por um padre perito em Direito Canônico, nomeado juiz, chamado pelo bispo de Bauru, Dom Frei Caetano Ferrari, para estudar a situação. Ao analisar o caso, o juiz chegou à conclusão de que Beto poderia ser excomungado e também enfrentar um processo de demissão do Estado Clerical, que será enviado para o Vaticano. A Igreja se revoltou porque as opiniões do padre chegaram em vídeos enviados à Confederação Nacional dos Bispos, ao Núncio Apostólico e até ao Vaticano.
O anúncio de excomunhão foi feito em nota divulgada pelo bispado e assinada por um Conselho Presbiterial Diocesano. A nota explica a convocação do padre perito em Direito Canônico, nomeado como juiz-instrutor, e diz que houve tentativa de um último diálogo, mas que Beto reagiu agressivamente, recusando o diálogo. Diante da negativa, que teria ocorrido na presença de cinco membros do Conselho dos Presbíteros, decidiu-se pela excomunhão.
“O referido padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor (obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal), incorrendo, portanto, no gravíssimo delito de heresia e cisma cuja pena prescrita no cânone 1364, parágrafo primeiro do Código de Direito Canônico é a excomunhão anexa a estes delitos”, diz a nota.
Padre Beto disse que foi pego de surpresa. Pelos vídeos divulgados há duas semanas, ele foi advertido pelo bispo de que deveria retirar os vídeos da rede social e internet e fazer uma retratação, cujo prazo terminaria nesta segunda (29), mas ao chegar pela manhã para entregar a carta de demissão, ele foi levado para uma sala, onde havia cinco pessoas, o juiz e uma cadeira vazia. “Fiquei surpreso porque fui cumprir o combinado com o bispo, que era para eu me manifestar até hoje, e não participar de uma reunião”, contou padre Beto ao Estado. “Quando me sentei na cadeira, perguntei se aquilo era um tribunal e se a cadeira era para o réu. Como me disseram que era e que eu seria o réu, me levantei e disse que estava ali para entregar a carta, mas eles me disseram que não aceitaria a carta e que eles é que iriam me demitir”, contou. 
A situação, segundo Beto, não durou mais do que sete minutos. Ele então registrou a carta em cartório para que fosse levada ao bispo por um oficial de Justiça, mas o bispo não a recebeu. Padre Beto disse que não vai tomar qualquer procedimento com relação ao caso. “Dou graças a Deus que hoje em dia não existe mais fogueira, senão eu estarei queimado a essa hora”, afirmou. Segundo o padre, ele vai sobreviver com as aulas que leciona em três em faculdades em cursinhos de segundo grau e com suas palestras. Para ele, sua excomunhão e possível demissão têm outra causa. “É fruto de intrigas ‘hierarquicas’, de colegas e gente invejosa que existem dentro da igreja”, disse.
O bispado informou que o juiz-instrutor tem autoridade para fazer a excomunhão. O juiz e o bispo não quiseram dar entrevista, mas a igreja confirmou que padre está excomungado, privado de celebrar e receber todos os sacramentos, e que enfrentará agora um processo de demissão do Estado Clerical. 
O processo de demissão é sigiloso, iniciado na Diocese e enviado ao Vaticano por se tratar de matéria reservada a Santa Sé, que é a responsável pela sentença definitiva. A partir daí, o réu não poderá mais se chamado de padre e ficará impedido de praticar o exercício do ministério sacerdotal. Já a excomunhão é a privação da recepção de qualquer sacramento, mas se o padre demonstrar arrependimento a Igreja poderá retirar a excomunhão, mas não a demissão do Estado Clerical.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Opera o do erro

Opera o do erro

Em Paris, milhares protestam contra casamento gay


Cerca de 5 mil policiais foram mobilizados para acompanhar o protesto na Esplanada dos Inválidos, na capital francesa

Agência Estado
Milhares de pessoas estão protestando no centro de Paris neste domingo, 26, contra a recente lei francesa que autoriza o casamento de pessoas do mesmo sexo.
A lei entrou em vigor há mais de uma semana, mas organizadores decidiram manter a manifestação, que havia sido planejada há bastante tempo, para reforçar sua oposição à mudança e sua frustração com o presidente François Hollande, que fez da legalização do casamento gay uma de suas promessas de campanha nas eleições do ano passado.
Os manifestantes saíram de três diferentes pontos de Paris e, no final da tarde (a França está cinco horas à frente de Brasília), começaram a encher a Esplanada dos Inválidos.
Cerca de 5 mil policiais foram mobilizados para acompanhar o protesto. Em ocasiões anteriores, ocorreram choques entre manifestantes da extrema direita e agentes de polícia. As informações são da Associated Press.
Fonte: Estadão
Divulgação: www.juliosevero.com