Seguidores

NOTA: OS ARTIGOS AQUI PUBLICADOS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE SEUS AUTORES, CITADOS NO FINAL DE CADA ARTIGO. NÃO NECESSARIAMENTE ESTA PRODUÇÃO CONCORDA INTEIRAMENTE COM O ENTENDIMENTO TEOLÓGICO DE CADA AUTOR. TODAVIA, OS PUBLICAMOS COMO FONTE DE CONHECIMENTO E COMO FORMA DE CONTRIBUIR PARA O ALARGAMENTO DO ENTENDIMENTO E A POSSIBILIDADE DE CONHECERMOS VÁRIAS FORMAS DE PENSAR. CABE A CADA LEITOR REFLETIR, À LUZ DA BÍBLIA, SE CONCORDA OU NÃO COM OS POSICIONAMENTOS AQUI ADOTADOS.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Cartório de SP registra união estável de três pessoas


Um caso inusitado chamou atenção no Tabelionato de Notas de Tupã, interior de São Paulo. Um homem, acompanhado de duas mulheres, foi até o local para registrar a união estável dos três. A escritura foi publicada no Diário Oficial da última quarta-feira. De acordo com o tabelião Richard Granieri, os três fizeram uma escritura pública de União Poliafetiva, a fim de garantir os direitos iguais a todos os cônjuges. “Declaração de união estável não é igual a casamento, por isso é possível. Se formos fazer uma analogia, esta união é semelhante a feita pelos casais homossexuais”, explicou o tabelião. Os três não foram identificados, mas, de acordo com informações iniciais, são moradores do Rio de Janeiro, têm aproximadamente 40 anos e não têm filhos. Eles teriam tentado fazer o registro da união em diversos cartórios, inclusive no Rio, mas sem êxito.
“Eles moram juntos há muitos anos e tentavam, de uma forma legal, regularizar a situação. O feitio da lavratura de uma união estável pública é uma garantia jurídica dos partícipes desta união”, ressaltou.
Nota: A campanha satânica para a destruição da família continua de vento em popa. Só falta liberarem o incesto e, quem sabe, a pedofilia. Já que, para muita gente, leis morais são circunstanciais e dependem da cultura e do “sabor dos tempos”, não devemos nos chocar com o que pode vir por aí.[MB]
FONTE:  Criacionismo

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A CULPA É DO MORDOMO


TRAIÇÃO - Um dos assessores mais próximos de Bento XVI, Paolo Gabriele
era responsável por vestir e arrumar a cama do papa
Auxiliar direto de Bento XVI será julgado por roubar cheque de 100 mil euros do papa e vazar documentos sigilosos, que denunciam corrupção no Vaticano

Pai de três filhos, o mordomo Paolo Gabriele, 46 anos, parecia reunir as qualidades necessárias para servir ao papa Bento XVI, já que a polidez recatada e a fama de devoto extremado o tornavam insuspeito de qualquer indiscrição. Ele era a sombra presente em cada movimento de Joseph Ratzinger, a mão que o ajudava a se vestir nas primeiras horas da manhã e que preparava a cama para o repouso do sumo pontifície. Mas, como numa historieta policial, o mordomo foi acusado de vazar à imprensa documentos sigilosos que expunham fraudes financeiras e intrigas palacianas da cúpula da Igreja Católica, além de roubar um cheque de 100 mil euros (R$ 249,3 mil) e valiosos objetos pessoais do papa. Na semana passada, a Justiça do Vaticano decidiu que Gabriele será julgado pelo crime de furto qualificado, o que pode resultar numa pena de seis anos de prisão.

“Vendo mal e corrupção em toda a parte na Igreja, tinha certeza de que um choque até mesmo midiático poderia ser saudável para trazer de volta a Igreja ao seu caminho certo”, afirmou, em juízo, o ex-mordomo, que diz estar agindo sob inspiração do Espírito Santo. Mas não se sabe se o Espírito Santo tem participação no furto do cheque, de uma pepita de ouro, e de uma edição valiosa da “Eneida de Virgílio”, objetos doados ao papa que estavam entre os materiais encontrados na casa de Gabriele, quando ele foi preso em maio passado. O advogado Carlo Fusco afirma que seu cliente “jamais obteve dinheiro ou qualquer outra vantagem econômica”.

Os documentos divulgados pela imprensa italiana mostram cartas destinadas a Bento XVI em que se revela uma rede de corrupção e lavagem de dinheiro no Banco do Vaticano, memorandos que especulam sobre a morte do papa e seu eventual substituto, além de disputas internas por cargos na hierarquia da Igreja Católica. “Esta é uma estratégia de tensão, uma orgia de vinganças que já saiu do controle daqueles que pensaram que poderiam controlar a situação”, afirmou o historiador da Igreja Alberto Melloni, que não descarta a participação de cardeais no caso. Além de Gabriele, o técnico de informática Claudio Sciarpelletti, 48, será julgado por cumplicidade. Em prisão domiciliar, o mordomo já enviou seu pedido de perdão ao papa, que irá se pronunciar apenas após julgamento, previsto para iniciar em setembro. Se o perdão vier, o processo se extingue e o Vatileaks terminará em pizza.